Arquivos Mensais: Abril 2009

Curso Gratis de programação em C

Hi,all

Dica que eu vi no viva o linux.

“A linguagem de programação C, como muitos sabem, é uma linguagem muito utilizada tanto no meio comercial como no acadêmico e serve de base para muitas outras linguagens. Incrivelmente existem faculdades de ciência da computação que não ensinam C (um absurdo, mas é verdade), e os alunos dessas faculdades precisam estudar por conta própria. Mas tudo bem, muita coisa na informática aprende-se por conta própria. Para interessados no assunto, curiosos, estudantes de informática etc, existe um site que disponibiliza um curso on-line grátis sobre essa linguagem.Os módulos do curso vão sendo disponibilizados conforme o aluno vai passando nas provas.

O site é o: www.unipacto.com.br/cursos/

Me inscrevi no site é pelos comentários que ouvi a respeito o curso me parece ser bom

Compactação e descompactação de arquivos em sistemas Linux

Estive um bom tempo sem cabeça para escrever mais voltando ativa segue abaixo um artigo sobre compactação e descompactação de arquivo em ambientes Linux.

Gzip

O gzip é a abreviação de GNU zip, um Software Livre de compressão sem perda de dados, criado por Jean-loup Gailly e Mark Adler. O programa é baseado no algoritmo DEFLATE. A extensão gerada pelo gzip é o .gz, e seu formato contém apenas um arquivo comprimido. Em sistemas UNIX é comum gerar um arquivo contendo diversos outros arquivos com o programa tar, e depois comprimi-lo com o gzip, gerando um arquivo .tar.gz. Não confundir com o formato ZIP, que é mais portável e comporta diversos arquivos sem precisar recorrer a um outro programa externo para isso. Uso pratico do gzip:

Compactando:

$ gzip nome_do_arquivo

O resultado sera um arquivo nome_do_arquivo.gz, para ter mais eficiência em compactar o arquivo usa-se o parâmetro -9:

$gzip -9 nome_do_arquivo

Descompactando:

$ gunzip nome_do_arquivo.gz

Isso ira descompactar o arquivo no diretório atual.

Bzip2

O bzip2 é um algoritmo e um software Compactador de arquivos. Sua licença é livre e de código aberto (open source), podendo ser melhor desenvolvido para fins próprios. Seu desenvolvedor é Julian Seward, tendo começado seu trabalho com este projeto em 1996, porém vindo somente a ficar popular no ano 2000.A principal vantagem em favor de bzip2 é o tamanho do arquivo compactado. bzip2 quase sempre irá comprimir melhor que gzip.

Em alguns casos, isto pode resultar em arquivos dramaticamente menores. Isto pode ser uma grande vantagem para pessoas com conexões lentas. A desvantagem de bzip2 é que ele utiliza mais recursos de processamento do que o gzip. Isto significa que descomprimir um arquivo com bzip2 geralmente será mais demorado e utilizar mais o processador do que o gzip o faria. Na escolha de um programa de compressão a se usado, você precisa considerar o tempo de compressão e o tamanho do arquivo compactado e determinar o que é mais importante.Uso pratico do bzip2

Compactando:

$bzip2 nome_do_arquivo

Será gerado um arquivo .bz2, para obter melhor eficiência usa-se o parâmetro -9:

$bzip2 -9 nome_do_arquivo

Descompactando:

$gunzip2 nome_do_arquivo.bz2

Irá descompactar o arquivo no diretório atual.

Tar

O TAR ou tar (abreviatura de Tape ARchive), é um formato de arquivamento de arquivos (ficheiros). Apesar do nome “tar” ser derivado de “tape archive”, o seu uso não se restringe a fitas magnéticas. Ele se tornou largamente usado para armazenar vários arquivos em um único, preservando informações como datas e permissões. Normalmente é produzido pelo comando “tar”.

O tar também é o nome de um programa de arquivamento desenvolvido para armazenar e extrair arquivos de um arquivo tar (que contém os demais) conhecido como tarfile ou tarball. O primeiro argumento para tar deve ser uma das seguintes opções: Acdrtux, seguido por uma das seguintes funções adicionais. Os argumento finais do tar são os nomes dos arquivos ou diretórios nos quais eles podem ser arquivados. O uso de um nome de diretório, implica sempre que os subdiretórios sob ele, serão incluídos no arquivo.Uso pratico:

Descompactando tar.gz :

$ tar -zxvf arquivo.tar.gz

Descompactando tar.bz2:

$tar -jxvf arquivo.tar.bz

Isso ira descompactar o arquivo no diretório atual.

Para criar um arquivo.tar use:

$ tar -cvf arq.tar diretorio/

Para compactar em tar.gz:

$ tar -zcvf arquivos.tar.gz arquivos/

Para compactar em tar.bz2:

$ tar -jcvf arquivos.tar.bz2 arquivos/

Lista de parâmetros:

  • -c – cria um novo arquivo tar;
  • -M – cria, lista ou extrai um arquivo multivolume;
  • -p – mantém as permissões originais do(s) arquivo(s);
  • -r – acrescenta arquivos a um arquivo tar;
  • -t – exibe o conteúdo de um arquivo tar;
  • -v – exibe detalhes da operação;
  • -w – pede confirmação antes de cada ação;
  • -x – extrai arquivos de um arquivo tar;
  • -z – comprime ou extrai arquivos tar resultante com o gzip;
  • -j – comprime ou extrai arquivos tar resultante com o bz2;
  • -f – especifica o arquivo tar a ser usado;
  • -C – especifica o diretório dos arquivos a serem armazenados.

Zip

Arquivo de compressão é denominado zip, e o de descompressão é denominado unzip.
$ zip teste *

Isto criará o arquivo teste.zip, que irá conter todos os arquivos do diretório corrente. O zip adicionará a extensão .zip automaticamente, de forma que não há necessidade de incluí-la no nome do arquivo. Você também pode recursivamente comprimir os subdiretórios existentes:

$ zip -r teste *

Bem como, descomprimir arquivos também é fácil.

$ unzip teste.zip

Isto irá extrair todos os arquivos e diretórios no arquivo teste.zip. Os utilitários zip têm várias opções avançadas para criar pacotes que podem se extrair automaticamente, excluir arquivos, controlar o tamanho do arquivo compactado, mostrar o que acontecerá e muito mais. Veja as páginas de manual dos comandos zip e unzip para descobrir como usar essas opções.

[]‘s

Overclock em placas de vídeo NVIDIA

Para aumentar os clocks da sua placa de vídeo, proceda da seguinte maneira:

1 – Use o seguinte comando:

# nvidia-settings -a GPUOverclockingState=1 -a GPU2DClockFreqs=gpu_clock,mem_clock -a GPU3DClockFreqs=gpu_clock,mem_clock

Onde:

  • -a: Atribui às opções definidas os valores especificados;
  • GPUOverclockingState=1: Habilita o suporte para overclocking;
  • GPU2DClockFreqs: Especifica as novas freqüências para o processador 2D;
  • GPU3DClockFreqs: Especifica as novas freqüências para o processador 3D;
  • gpu_clock: Corresponde ao clock desejado para a GPU;
  • mem_clock: Corresponde ao clock desejado para a memória.

Obs.: Os valores para os clocks devem ser dados em Mega Hertz (MHz)

Ex.:

# nvidia-settings -a GPUOverclockingState=1 -a GPU2DClockFreqs=280MHz,360MHz -a GPU3DClockFreqs=280MHz,360MHz

2 – Reinicie o X e pronto. Sua placa já estará em “overclocking”.

Caso queira habilitar o overclocking para todos os usuários do sistema, acrescente a linha mencionada no /etc/r.d/rc.local,(caso algum sistema com que use o sistema BSD de inicialização)  na ultima linha,lembre-se o comando devera ser executando antes de subir o X.

Também é possível realizar overclock enquanto você estiver sob o X. Porém, ao reiniciá-lo, os valores setados serão descartados. ATENÇÃO: Seja cauteloso ao definir valores! Valores muito altos podem vir a causar instabilidade no sistema ou mesmo danificar a placa de vídeo.

Fonte

* Retirado da documentação que acompanha os driver oficial (versão 100.14) da NVIDIA.
* Versão atual do driver: 169.12 em 28/05/2008

Vim básico

VIM básico por Aurélio Marinho Jargas

Vim (Vi Improved) é uma versão mais poderosa e maior em termos de espaço em disco e requisitos de memória do editor de texto vi. Essa versão é mantida como software livre, com algumas cláusulas de Careware inclusas[1], e acompanha a maioria das distribuições Linux. Está disponível também para variantes *NIX, Windows, Amiga, OS/2 e Macintosh. O Vim foi criado por Bram Moolenaar.


INTRODUÇÃO:
———-

No vim temos vários “modos”, que são estados do editor. São eles:

Modo               Tecla   Rodapé          Descrição
---------------------------------------------------------------------------
de Inserção        i       -- INSERT --    Inserção de texto
de Comandos        <ESC>                   Comandos de manipulação de texto
Linha de comando   :       :               Comandos de manipulação arquivo
Visual             v       -- VISUAL --    Seleção visual de texto
Busca              /       /               Busca de padrões no texto
Reposição          R       -- REPLACE --   Inserção sobrescrevendo
  • Os modos foram colocados em ordem de importância de uso da grande maioria dos usuários.
  • Para acessar qualquer um desses modos, na dúvida aperte <ESC> antes da sua tecla de acesso (2ª coluna da tabela)
  • Para identificar em qual modo você está, olhe no rodapé da tela! (3ª coluna da tabela)

CHAMANDO O VIM:
————–

vi                      Abre o vim vazio, sem arquivo (muito pouco usado)
vi arquivo              Abre o arquivo "arquivo". Se ele não existir, o cria
vi arquivo +            Abre com cursor no fim do arquivo
vi arquivo +10          Abre com cursor na linha 10
vi arquivo +/linux      Abre com cursor na 1ª ocorrência de "linux"

SALVANDO/SAINDO DO VIM:
———————-

<F12> Saída forçada, salva e sai (Se usar o .vimrc do aurélio &:) )

Obs.: Antes de executar os comandos seguintes, aperte <ESC> para ir ao modo de comandos, e é claro, após, um <ENTER>

:w                Salva
:q                Sai
:wq ou :x ou ZZ   Salva e sai
:w!               Salva forçado
:q!               Sai forçado
:wq!              Salva e sai forçado


EDITANDO:
——–

Ao entrar no vim, ele está no modo de comandos. Como saber? Olhe no rodapé da tela. Nada na última linha. Para começar a Inserir um texto, aperte “i”. Você verá que aparecerá um “– INSERT –” no rodapé. Agora você pode digitar seu texto normalmente. Quer parar para dar uma gravada? Veja o tópico acima. ( <ESC>:w ) chega de editar e quer salvar e sair? Veja acima de novo. ( <ESC>:wq )


COPIANDO e COLANDO:
——————

*** Usando o mouse:

No modo de Inserção mesmo, note que o cursor do teclado (esse tracinho piscando na tela), está numa posição, e o cursor do mouse (mexa o mouse para que ele se mova) está em outra posição. Selecione uma parte do texto com o mouse, segurando o botão esquerdo. Ao colar, o texto selecionado com o MOUSE será colocado a partir do cursor do TECLADO. Experimente. Dependendo do mouse, a colagem se faz:

  • Apertando o botão direito
  • Segurando o botão esquerdo e apertando o direito ao mesmo tempo
  • Apertando o botão do meio (mouse de 3 botões)

Tente, o seu será umas das 3 alternativas acima.

*** Usando o modo visual:

Entre no modo visual ( <ESC>v ), e simplesmente aperte as setas do teclado, movendo o cursor do TECLADO e selecionando o texto desejado. O comando para copiar o texto é o “y” de Yank.

Volte para o modo de comandos ( <ESC> ) e posicione o cursor do TECLADO no lugar onde você quer colar o texto selecionado. O comando de colagem é o “p” de Paste.


APAGANDO (DELETANDO):
——————–

Como no tópico anterior, use o modo visual ( <ESC>v ) para selecionar o texto desejado. Para apagá-lo, digite “d”, de Delete.

Com o Linux no modo texto, a tecla Delete do teclado também funciona para apagar texto. Já no X, isso é meio relativo… &:)

—————
T U T O R I A L
—————
http://www.networkcomputing.com/unixworld/tutorial/009/009.part1.html
Fonte

Cabo Irradiante

Cabo propicia sinal de celular até dentro do metrô

Um cabo irradiante, também conhecido como cabo fendido, permite a entrada e a saída de rádio freqüência através de pequenas aberturas no condutor externo ao longo de sua extensão. Ou seja, trata-se de um cabo coaxial modificado capaz de atuar como uma antena, distribuindo diversos tipos de sinais: AM, FM, GSM, Wi-Fi, WiMAX e outros. Uma tecnologia semelhante acaba de ser implantada no metrô de São Paulo, permitindo a utilização de celulares.

http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=5597

[]‘s

Pagina 1 of 212
SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline