Arquivos Mensais: Julho 2010

[Música] Achilles last stand

Quem me conhece sabe o quando eu gosto do som do Led Zeppeli, então apreciem esta magnifica obra do melhor do rock’n roll

http://www.youtube.com/watch?v=rFRFtnTd620

Letra:

It was an April morning
When they told us we should go
And as I turn to you, you smiled at me
How could they say no

Whoa, the fun to have
To live the dreams we always had
Whoa, the songs to sing
When we at last return again

Swept New York a glancing kiss
To those who claim they know
To know the shrieks the seaman hears
The devil is in his home

Oh, to sail away
To sandy lands and other days
Oh, to touch the dream
That hides inside and is never seen, yeah

Into the sun, the south the north
Flys the birds of gold
The shackles of commitments fell
In pieces on the ground

Oh, to ride the wind
To tread the air above the din
Whoa, to laugh aloud
Dancing as we fought the crowd, yeah

To seek the man whose pointing hand
The giant step unfolds
With guidance from the curving path
That churns up into stone

If one bell should ring
In celebration for a king
So fast the heart should beat
As proud the head with heavy feet, yeah

Days went by when you and I
Made an eternal summers glow
As far away and distant
Our mutual time to grow

Oh, the sweet refrain
Soothes the soul and calms the pain
Oh, Albion remains
Sleeping now to rise again

Wandering upon the rings
What place to rest the search
With the mighty arms of Atlas
Hold the heavens from the earth

Oh, the mighty arms of Atlas
Hold the heavens from the earth, whoa

Ah, ah, ah, ah
Ah, ah, ah, ah
Ah, ah, ah, ah
Ah, ah, ah, ah

I know the way, know the way
Know the way, know the way
I know the way, know the way
Know the way, know the way

Oh, the mighty arms of Atlas
Hold the heavens from the earth, whoa

Ah, ah, ah, ah
Ah, ah, ah, ah
Ah, ah, ah, ah
Ah, ah, ah, ah

Bom final de semana a todos.

[]‘s

X. Org? Que diabos é isso?

X. Org? Que diabos e isso?

Simbolo do X. Org

Muitas pessoas quando iniciam suas primeiras aventuras pelos árduos e duros caminhos do Open Source ou começam utilizar sistemas Linux, se deparam com termos esdrúxulos como “subir o x” ou “ deixa eu killar”, “pera ae, vou matar o x”, “cai aqui, o x morreu”, mas que diabos e esse x?

O X e uma abreviação para X windows System, também chamado de X11, sua função está na criação e renderização da interface gráfica disponível. Ele é quem ira fornecer recursos para que a janela e gráficos sejam criados para que você possa utilizar o seu sistema de forma mais amigável e ágil.

Diferente de outros sistemas operacionais, como o windows por exemplo, a interface gráfica no Linux não está atrelada ao seu cerne (kernel), a interface gráfica é apenas um “extra”, ele e totalmente funcional sem ela, existem diversos softwares que rodam em modo texto, mas não queremos nos aprofundar no mundo das letras brancas e tela preta.

Atualmente existem duas implementações do X11, o X. Org (ou xorg) e o Xfree86, o xorg é um fork (um projeto criado a partir de outro já existente) do Xfree, o xorg foi criado devido a problemas como a demora para disponibilizarem correções e a mudança de licença do xfree que passou a utilizar uma licença incompatível com a GPL. O X. Org hoje está presente em praticamente todas distribuições, é não tenho conhecimento de distribuições que não utilizam o xorg, é o xfree vem sendo utilizado cada vez menos, dia após dia.

Configurando o X. Org

Em distribuições derivadas do Debian (como Ubuntu) usamos o comando:

# dpkg-reconfigure xserver-xorg

De forma universal, podemos configurar o xorg em qualquer distribuição com o comando:

# xorgconfig
ou
# Xorg -configure
ou
# X -configure

Lembrando ambos devem ser executados com privilégios de administrador (root, # ). Os arquivos de configuração do estarão localizados em /etc/X11/xorg.conf

X. Org antigo e novo.

Nas versões 7.4 e anteriores do X. Org, ele era responsável também pelo reconhecimento do teclado, mouse, vídeo. Quando foi lançada a versão 7.5 ocorrem mudanças, o HAL passou a ser responsável pelo reconhecimento do teclado, mouse e vídeo. Mas o xorg.conf ainda pode utilizado para esta tarefa.

Caso não queira o HAL gerenciando o reconhecimento e a configuração, logo após executar o “X -configure” ou “xorgsetup” para gerar um xorg.conf, adicionar as linhas abaixo na seção “ServerFlags” para desabilitar o hotplug dos input devices via HAL:


Option "AllowEmptyInput" "false"
Option "AutoAddDevices" "false"
Option "AutoEnableDevices" "false"

Dicas interessantes

Referências

http://www.xfree86.org/current/
http://www.gdhpress.com.br/ferramentas/leia/index.php?p=cap1-10
http://under-linux.org/wiki/Tutoriais/X/Xorg
http://wiki.debian.org/Xorg
http://wiki.archlinux.org/index.php/Xorg_%28Portugu%C3%AAs%29

Propaganda dell/ubuntu

Lendo meus feed hoje durante a manhã encontrei uma propaganda muito boa da dell + ubuntu.

Esse casamento dell e ubuntu vem dando o que falar ao redor da comunidade Open Source, gerando discussões calorosas como as presentes nos links abaixo:

Eu vejo que a Dell pretende conquistar a confiança de uma parcela de usuários, os linuxusers, para apoderar-se deste publico, além de fortalecer o marketing de seus produtos e isso é bom, ira melhorar bastante a imagem que a maioria das pessoas possuem quanto ao linux.

[]‘s

Visualizando código ASCII

Um recurso bastante interessante na linguagem C é a conversão de variáveis, podemos converter variáveis de um tipo para o outro com bastante facilidade.

Vamos a um exemplo pratico, convertermos uma letra digitada, para obtermos o seu código ASCII, apenas utilizamos o código de formatação %c ao invés do %d.

//exibindo codigo asci da tecla digitada

#include <stdio.h>

int main()
{
char letra;

printf("Digite uma letra: ");
scanf(" %c",&letra);

//aqui ocorre a conversao, que e de forma automatica.
printf("O codigo ASCII da letra %c e %d",letra,letra);

return 0;
}

Boa sorte e bons estudos :)

[]‘s

Revista Espírito Livre – Nº16

Capa da edição número 16 da revista espírito livre.

Click na imagem para fazer o download

“Sorria, você está sendo filmado…” Esta frase é sempre lida em diversos locais que visitamos, como bancos, supermercados, shopping center, etc. E na internet? Como é atualmente ou como deveria ser? É uma polêmica que gira em torno de diversos aspectos jurídicos, constitucionais, passando pela opinião pública, pedofilia e tantos outros assuntos que se envolvem nos noticiários. Fica aí a pergunta: Ao navegar pela Internet, estou realmente seguro? Estou seguro de quem? Dos bandidos ou dos órgãos reguladores? Questionamentos como estes são por diversas vezes citados nas matérias desta edição, que foi concebida em tempo recorde, afinal, se passaram pouco mais de 15 dias do lançamento da edição de número 15.

Tivemos a oportunidade de trazer 3 conhecedores do assunto principal abordado nesta edição. João Caribé é conhecido por ter dado o pontapé inicial no Mega Não, e como os leitores perceberão, Caribé é bastante enfático no assunto. Trouxemos ainda duas professoras da área jurídica para debaterem assuntos que também nos dizem respeito: Ana Amelia Menna Barreto fala dos novos paradigmas da propaganda eleitoral na Internet, enquanto Sabrina Felizzola Souza aborda os dilemas jurídicos da privacidade na Internet. Além dos entrevistados, vários outros colaboradores da comunidade em geral foram convidados a participar, cada um com sua experiência e especialidade, o que resultou em uma edição única. Thalles Waichert, que é jornalista da editoria de Mídias Sociais do Terra Networks Brasil fala do controle, vigilantismo e resistências nas redes sociais. Alexandre Borba, que já é “da casa”, também trilha por esse caminho. O Deputado Paulo Teixeira, que também é ativista da liberdade na rede e defensor do software livre, defende uma rede sem vigilância. Aracele Torres fala da construção do cidadão normatizado, a partir da vigilância na rede, enquanto Paulo Rená fala de ofensas pela Internet: quatro aspectos jurídicos importantes. Percebe-se que a edição está com um alto teor de debate e discussão, algo natural quando é tratado um assunto de interesse público e bastante comentado atualmente.

Vários outros colaboradores já conhecidos dos leitores por estarem conosco a muitas edições também deram suas opiniões e apontaram na direção do tema em questão, o leitor poderá perceber. Mas nem só do tema principal a edição foi feita. Benjamin Goes, responsável pelo Ubuntu Control Center, nos apresenta a ferramenta, enquanto Otávio Gonçalves fala sobre Java. O artista Ricardo Graça começa uma série de artigos sobre produção visual utilizando puro software livre e Cleiton Ferreira aborda redes, mais especificamente o rlogin. E muito mais…

Os leitores que gostam de promoções, fiquem atentos: Novas promoções foram incluídas e outras estão a caminho. Aliás, gostaria de compartilhar com vocês o meu desejo de fazer, na Latinoware 2010, o nosso primeiro encontro de leitores e colaboradores da Revista Espírito Livre, o que seria mais uma ótima oportunidade do leitor estar ali, cara a cara com quem escreve e produz a publicação. Vamos conversando sobre o assunto… Quem sabe vira realidade, que tal?! Mandem suas sugestões!

Agradeço a todos pelo empenho em tentar fazer uma edição de qualidade e que fosse referência no assunto. Nos vemos na edição 17, e cuidado, você pode estar sendo filmado…

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