Links e notícias da semana.
A Nintendo oficialmente anunciou o seu portátil 3DS, alegando que esta é “uma solução que permite que você leve jogos 3D juntos com você, onde quer que vá.” O dispositivo virá em duas cores, vermelho e azul, e possui uma tela de 3,5 polegadas com suporte a 3D em cima (que não precisa de óculos para visualização), que você poderá ajustar ou desabilitar a partir de controle deslizante.A metade de baixo do 3DS é ocupada com uma tela touchscreen sem 3D, um aparente stick analógico que a Nintendo chama de “Slide Pad”, bem como um tradicional pad direcional e os botões de ação; Há ainda um giroscópio, um sensor de movimentos, duas lentes de câmeras para captura de imagens 3D; o novo console é ainda compatível com os jogos do DS. Os recursos Wi-Fi foram enfatizados pela empresa, como a habilidade de automaticamente detectar hotspots ou outros sistemas 3DS.
A IBM abrirá no Brasil um novo laboratório de pesquisas, o IBM Research Brasil, que terá como foco a realização de iniciativas que deixem o planeta mais inteligente, especialmente em termos de energia, transporte e dispositivos semicondutores. O laboratório será o primeiro da América do Sul e o nono do mundo, contando com centros espalhados pelos EUA, Suíça, Isreal, China, Japão e Índia. Vale lembrar que este é o primeiro laboratório aberto pela IBM nos últimos 12 anos.
O centro de pesquisas terá 100 pesquisadores nos próximos 5 anos, pouco em comparação à media de 375 nos outros oito. Os trabalhos serão iniciados temporariamente nos prédios da IBM em São Paulo e Rio de Janeiro, enquanto a empresa negocia com o governo locais onde serão as futuras instalações do laboratório no Brasil.
O grupo Khronos anunciou essa semana as especificações da versão 1.1 da OpenCL, com API multiplataforma para programação usando recursos da GPU em vários tipos de programas. Essa atualização adiciona novos tipos de dados internos, a capacidade de trabalhar com vários hosts e buffers entre dispositivos, além de mais facilidades na programação – já vindo com API para C++ (até porque OpenCL é baseada em C). O Ars Technica publicou um texto com vários detalhes. Hoje em dia muitos fabricantes apóiam a tecnologia, incluindo a Apple (a primeira a incluir o suporte em seu sistema operacional), Nvidia (especialmente para Windows 7 e Linux) e a AMD. Ainda são poucas as aplicações gerais que aproveitam a computação paralela, geralmente ficando a cargo de aplicações específicas e profissionais, que fazem uso intensivo de dados e gráficos (apesar de não se limitar a gráficos).
Em comparação com todos os sistemas operacionais, o Ubuntu registrou aumento de 11,4% para 12,6%, ou participação de 28,7%. O Windows, por sua vez, permaneceu estável.

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