Minha visão sobre a cloud computing

Foi publicado recentemente no site Viva o Linux (também conhecido como VOL), um paper que fala sobre a Computação nas nuvens, o artigo expõem de forma admirável o assunto aborda desde a origem, uma visão panorâmica e disserta muito bem sobre o tema; recomendo a todos que não tenham um conhecimento do assunto ou para quem precisa ter um ponto de partida para o assunto.

O artigo pode ser lido neste link, tomei liberdade de efetuar o upload do artigo neste link.

o artigo apresentou uma visão que havia tido quando vi o tema nas aulas de introdução a sistemas de informações na faculdade, quando vi sobre o tema cloud computing, já sabia um pouco do assunto pois havia assistido a uma reportagem no jornal da Globo.

A reportagem ficou muito boa. Ela foi a minha primeira fonte de informação sobre a cloud computing (computação em nuvem). Quando vi sobre o assunto na faculdade a primeira ideia que veio em meu pensamento foi: Computação nas nuvens e apenas uma propaganda, um nome mais elegante para algo que já acontecia desde os primórdios da computação com os mainframes. Vários computadores acessando informações que eram processadas nesses dinossauros, e exatamente isso a computação nas nuvens.

Atualmente vivemos em um mundo hibrido, temos tanta informação na internet, nas redes sociais como Facebook, Flickr, Twitpic, Instangr.am, Picassa temos nossas fotos. No Youtube nosso vídeos, hoje em dia poucas pessoas ainda tem clipes, vídeos no computador, podemos ver filmes utilizando o Netflix (que diga-se de passagem é um serviço excelente), nossos e-mails não ficam mais em nossos computadores (a menos que você use um imap no seu cliente de e-mails) ficam em serviços como o Gmail, Yahoo, Hotmail (eu não respeito pessoas da T.I. que utilizam Hotmail como e-mail principal). Então podemos concluir que vivemos em um ambiente hibrido.

Não são só as informações que estão longe de nosso computadores mas softwares estão entrando nesta onda, temos um Microsoft Office que roda na nuvem, tem também o google docs, já temos de IDE até um site que disponibiliza o nmap online, tem o DNSstuff que disponibiliza diversas ferramentas de rede.

Essas ferramentas online não são tão boas ou eficientes quando as que temos instaladas em nosso computadores, mas são um inicio, com o surgimento e evolução de tecnologias voltadas para web como o html5 e uma questão de tempo até temos ferramentas online tão boas quanto as locais.

O maior problema da computação em nuvem é a questão relativa aos dados, aonde esses dados ficaram armazenados. Ainda não entendeu? Por exemplo o que acontece seus o datacenter onde seus dados estão armazenados ficar nos EUA, o governo americano teria jurisdição para acessa-los ou seja temos praticamente o fim da privacidade dos seus dados.

A grande vantagem da computação nas nuvens e questão do custo, empresas utilizando ele teria uma drástica redução nos custos afinal de contas ela não precisaria mais se preocupar em ter um CPD no prédio, esse CPD estaria localizado em outro lugar remoto e teoricamente seus dados estaria seguros.

Minha opinião, a computação nas nuvens e uma faca de dois gumes, e perigosa pois você perde o controle que tinha sobre suas informações mas e boa pois lhe proporciona economia, a implantação dentro do ambiente de sua empresa e um caso a ser estudado de forma meticulosa e cada caso e um caso, e preciso analisa e arquitetar uma estrategia para o uso deste paradigma.

O tema e bastante denso e extenso, irei em futuros artigos modelos de negócios sobre cloud computing.

Leituras sobre o assunto

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[Curso] Desenvolvimento Web com Servlets e JSP

Mais um curso gratuito para quem tem interesse em aprender a desenvolver para web utilizando a plataforma Java.

Descrição

Curso introdutório de Servlet e JavaServer Pages, livre e de qualificação, online e gratuito, onde o participante conhece e aprende a usar recursos dessas tecnologias Java comumente empregados na construção de aplicativos Web.
 

Objetivo

Introduzir estudantes e profissionais de TI à construção de aplicativos Web empregando:

  • Servlet e JavaServer Pages (JSP);
  • Expression Language (EL);
  • Objetos de sessão e cookies;
  • Filtros;
  • Bibliotecas Core e Formatting e I18N da JSTL;
  • Restrições de segurança através de autenticação com formulários HTML;
  • Arquitetura centralizada (MVC – Modelo 2)

Por que fazer este curso?

  • Aplicativos web apresentam muitas vantagens em relação aos aplicativos desktop;
  • O comércio eletrônico (e-commerce) cresce perto de 40% ao ano no Brasil, fato que mantém aquecida a demanda por profissionais de TI que sabem como desenvolver aplicativos web;
  • Servlet e JSP constituem as tecnologias Java básicas para o desenvolvimento web

Pré-requisitos

  • Possuir conhecimento básico de Java;
  • Dispor de computador que atenda aos requisitos exigidos pelos softwares usados no curso (JDK, Eclipse e Apache Tomcat);
  • Ter acesso à internet (banda larga é desejável);
  • Dispor de 12 horas semanais para estudo dos módulos.

Metodologia

O curso é autoinstrucional e realizado totalmente a distância, sendo o ambiente virtual de aprendizagem o Moodle (http://www.antoniopassos.com.br/ead/).

Considerando que só se aprende a programar programando, o curso possui enfoque eminentemente prático e segue a metodologia FAZAP (FAZendo e APrendendo). Nele, o participante é solicitado a implementar diversos aplicativos simples seguindo tutoriais, bem como a projetar e implementar outros tomando como base aqueles vistos.

A abordagem teórica dos assuntos é feita em notas de aula, apresentações e artigos de revistas e jornais, materiais esses que também apoiam a construção dos aplicativos.

A comunicação aluno-aluno e aluno-professor-aluno ocorre, preferencialmente, através de fóruns de discussão.

Carga horária

  • 60 horas

Preço

Este curso é oferecido gratuitamente. Do participante não é cobrada nenhuma quantia pelos materiais didáticos, nem pelo suporte dado pelo professor nos fóruns do curso. Entretanto, daqueles que quiserem receber ao final do curso os códigos-fonte dos aplicativos é solicitada a contribuição simbólica de R$ 20,00 (vinte reais) e, dos que desejarem receber certificado de participação, a quantia de R$ 30,00 (trinta reais) para cobrir as despesas com a confecção e envio do mesmo pelos Correios.

Próxima turma

  • Consultar agenda de cursos no menu ao lado

Nº de vagas

  • Ilimitadas

Bibliografia básica

  • HALL, Marty e BROWN, Larry. Core Servlets e JavaServer Pages. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2005.
  • JANDL JÚNIOR, Peter. Desenvolvendo aplicações Web com JSP e JSTL. São Paulo: Novatec Editora, 2009.
  • MURACH, Joel e STEELMAN, Andrea. Murach’s Java Servlet and JSP. Mike Murach & Associates, 2008.
  • SANTOS, Rui Rossi. Java na Web: programando sites dinâmicos. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora, 2007.

Se interessou então acesse http://www.antoniopassos.com.br/index.php/menu-cursos/dawj/dawj-formulario-de-inscricao e se inscreva no curso.

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[OffTopic] Floresta para que ?

Mais uma vez o colega pirula fez um vídeo sensacional, o tema desse foi a importância das florestas, o que muita gente não sabe, ou não aprendeu na escola rsrs.

Acredito que agora ficou mais claro por que devemos preservar nossas florestas ou o que restou delas.

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Será que ainda estamos dormindo ?

“Uma vez eu, Chuang Tzu, sonhei que era uma borboleta e era feliz como tal. Estava consciente e bem contente comigo mesmo, mas não sabia que era Tzu. De repente acordei, e lá estava eu, visivelmente Tzu. Não sei se era Tzu sonhando que era uma borboleta ou uma borboleta sonhando que era Tzu”.[1]

As vezes temos sonhos muitos realistas e quando acordamos, não sabemos mais o que e realidade ou fantasia…

As vezes nesses sonhos somos outras pessoas, as vezes nos mesmos outras somos animais ou objeto. Mas quando acordamos sempre pensamos será que acabou? Será que o pensamento de Descartes: “Penso logo existo” ou nos podemos definir como nossa realidade aquela que estamos, se estamos sonhando, a realidade seria dentro do sonhos e quando acordados no mundo dos “acordados” ?

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[Reflexão] O problema do Amarok, Firefox, Smartphones e Tablets

Sou um heavy user do Amarok, fique bastante contente pois recentemente saiu a versão 2.5 do Amarok fiquei bastante feliz com suporte a contas do gpodder. Para atualizar no Ubuntu é muito fácil basta executar as linhas abaixo:

sudo add-apt-repository ppa:kubuntu-ppa/backports
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade

Pronto está atualizado e instalado, infelizmente seria perfeito se fosse somente isso, utilizo o Amarok desde a versão 1.4, que diga-se de passagem foi uma das melhores versão do Amarok, ele era leve, rápido, cheio de recursos, atendia a todos muito bem a única reclamação que via sobre ele nos fóruns e redes IRC era por ele utilizar QT e não se integrar muito bem a ambientes GTK (como Gnome e XFCE).

Então um belo dia, veio uma tempestade chamada QT4, que mudou tudo, o ambiente KDE que utilizava o QT3.5, migrou para o QT4 as mudanças no ambiente foram muito drásticas, me lembro da quantidade de reclamações quanto as primeiras versões do KDE4, era lento, repleto de bugs, parecia um Windows Vista…

Não foi só o KDE4 que sofreu grandes mudanças, mas sua base de aplicativos também, não fui muito afetado pois a maioria dos programas que utilizo são programas escritos em GTK. Mas dentro do ambiente GTK não existe nenhum player que seja melhor que o Amarok, isso é um fato, o Banshee nem entra para a lista aquela coisa usa Mono.

As mudanças provocadas pelo KDE resultaram no que a principio chamei de aberração o Amarok2, ele era uma bela de uma porcaria, fiquei indignado com o que fizeram com o Amarok1.4 que era uma versão excelente, fico pensando por quiseram mudar tudo, por que só não portaram para QT4? (mais abaixo vou falar do port dele para QT4).

Depois de algumas atualizações os bugs foram sendo corrigidos, novos apareceram, foi ficando mais encorpado ou seja atingindo maior maturidade. Fui utilizando feliz, estava me atendendo muito bem, nem me lembrava mais da época do 1.4.

Até que efetuei este ultimo upgrade para o 2.5 e notei que o uso do processador estava maior do que o de costume, então resolvi fazer alguns downgrades do Amarok. Fiz um downgrade para o 2.4 o uso do processador era menor, mas ainda bem alto, fiz outro para o 2.3 é o uso do processador era menor que no 2.4 mas ainda sim muito alto. Então fiquei com a pulga atrás da orelha, no 1.4 o consumo de processamento e memória era muito menor, muito menor mesmo!

Então resolvi instalar o Amarok 1.4 na máquina virtual, para comparar os dois (sim na máquina virtual mesmo!) e o mais incrível que seu desempenho mesmo em uma máquina virtual era superior ao do Amarok2 (2.3, 2.4 e 2.5) o Amarok se tornou um bloatware, desde a versão 2 dele, ele virou um bloatware.

Antigamente browsers era simplesmente ferramentas para visualizamos nossos sites, não programas atolados de funcionalidades hoje um browser e praticamente um sistema operacional sua complexidade e sofisticação atingiu níveis colossais, hoje em dia e impraticável (a menos que tenha muito, mas muito tempo livre) pegar o código fonte do Firefox ou do Amarok até mesmo do Linux estuda-los a fundo.

A alguns anos atrás utilizamos hardware bastante limitados, computadores com processadores de apenas um núcleo, 256MB de RAM, 40GB de HD (estou sendo otimista com essa configuração), hoje em dia e inviável utilizar um hardware como esse que citei, graças aos bloatware.

O que é um bloatware? São softwares inchados, softwares que agregaram tantos recursos que se tornaram muito pesados, os recursos nem sempre bem implementados (para falar a verdade raramente são bem implementados) hoje não temos mais softwares tão bons quanto a alguns anos atrás, fazendo uma analogia hoje temos patos! Eles nadam, voam e andam, mas não fazem nada tão bem.

Agora vamos a outro software, o Firefox, este e sem sombra de dúvida o maior exemplo de bloatware que temos, era um bom navegador, não que não seja ainda um bom navegador mas…implementou o suporte a extensões que hoje são vistas como o melhor e o pior, depois recebeu mais implementações como o suporte a skins, depois milhares de mudanças internas chegou ao que temos hoje, um navegador pesado, exigente com o uso de processador e um devorador de memória.

Pessoas tentam nos enfiar goela abaixo a ideia de que podemos usar o browser para tudo e de que Smartphones e Tablets podem substituir computadores/notebooks. Tablets e Smartphones entram na mesma analogia dos patos, fazem muita coisa, mas nada direito, não venha me falar que fazem pois todos sabemos não fazem, tenta redigir sua monografia no seu iPhone ou no Galaxy para tu ver, experimente ler livros no seu iPad ou xoom a luz do sol para tu ver ou então leia por horas e mais horas para ver se sua vista não ficara extremamente cansada.

Qual relação dos Tablets, Smartphones, Bloatware e patos? Todos são Bloatwares! Os Smartphones são bloatwares, dos celulares, fazem tudo que um celular faz, mas a maioria de suas funções não fazem direito e ainda tem quem alega que pode ter uma produtividade alta com eles, podem até oferecer alguma produtividade dependendo do uso, mas na maioria sua experiência e limitada. Tablets se encaixam perfeitamente na categoria, pois são bloatwares dos e-readers (que era um gadget com objetivo específico, funcionar como leitor digital) diferente dos Tablets que atiram para tudo que é lado…

Perceberam aonde quero chegar com tudo isso? Chegamos em um ponto que os softwares deixaram de fazer o que se propunham e começaram a tentar executar todo tipo de tarefa! Deixaram de executar suas tarefas direito e passaram a fazer um monte de coisa, mas nada direito, minha teoria pode ser confirmada com o surgimento do Chrome, por que ele se tornou um navegador tão utilizado? Por causa do marketing da Google? Não, o principal fator pelo foi que o Chrome era um navegador bom!

Ele se propunha a ser um navegador veloz, leve e que funcionava direito, nada de bloatware e cumpriu sua proposta, muito bem diga-se de passagem, e questão de tempo até ele se tornar o navegador mais utilizado do mundo, hoje o Chrome está entrando na era bloatware, se atolando de recursos e questão de tempo até ele se tornar o novo Firefox.

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