[Shellscript] Converter strings maiúsculas para minusculas e vice-versa

Podemos converter facilmente uma string minuscula para maiúscula e vice-versa com o poderoso shellscript, utilizando o comando tr:

echo 'string em caixa baixa' | tr [:lower:] [:upper:]

Caso queria converter de maiúsculo para minusculo basta fazer o processo inverso:

echo 'STRING EM CAIXA ALTA' | tr [:upper:] [:lower:]

O poder do shell :)

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Revista Espírito Livre Número 31

Este mẽs a Espirito Livre me surpreendeu com o tema, robótica :)

Capa da revista espirito livre 31

Clique na imagem para baixar a revista.

Robôs. Eles sempre fascinam a maior parte de nós, humanos. E a construção destes seres não pensantes (será?!) nos dá o gostinho de brincar de Deus, o que para muitos pode ser o princípio do fim e para outros apenas evolução e ciência. Na maioria dos filmes de ficção científica, o cenário pintado pelos autores e escritos não é dos melhores, nos apresentando um futuro dominado pelas máquinas e consequentemente por robôs. Quer seja em “Matrix”, “Eu, robô” ou qualquer outra obra do cinema simulando um cenário evoluído, ou ainda no próprio “mundo real”, é realmente difícil pensar num cotidiano sem os ditos “frios”. Mas retornando ao presente e a realidade” , essas máquinas nos possibilitam iversas iniciativas em pról da modernização de processos, otimização e automatização, e que ejá stão mais próximas do que a gente imagina. Várias delas fazem uso regular de tecnologias abertas e software livre, o que aé inda melhor. Dominar a tecnologia que temos em nossas mãos e realmente saber “o que tem dentro” é uma sensação que aqueles que se utilizam do software livre e tecnologias abertas pode mse orgulahr de ter. Projetos como o Robótica Livre e tantos outros apresentam soluções para aprendizagem de novos conceitos, possibilidades de aprimoramento em várias tecnologias, assim como o Arduino possibilita que seus usuários tenham a sua disposição uma plataforma livre para produção de muitos projetos interessantes e promissores.

Conversamos com Danilo Cesar, que é um dos precurssores no assunto e já esteve envolvido em diversos trabalhos na academia, sempre fazendo uso de tecnologias livres e a robótica como elementos principais. Danilo e vários colaboradores, entre alunos e parceiros, enviaram materiais sobre este tema instigante e o resultado pode ser conferido nas próximas páginas. Esperamos que o tema possa abrir os horizontes de vários leitores com tais materiais.

A edição ainda traz uma entrevista com Paulo Trezentos, um dos criadores do GNU/Linux Caixa Mágica, uma popular distribuição de Portugal. A entrevista aconteceu durante o Linux 2011, um evento que aconteceu em Lisboa recentemente e na qual tínhamos um correspondente de lá, o amigo parceiro Anderson Gouveia. Valdir Silva fala sobre certificações e mais especificamente sobre a LPI, trazendo uma série que irá desmistificar várias dúvidas quanto a esta popular certificação. Flávio Siqueira fala sobre a possibilidade de construir jogos sem o uso da programação e apresenta softwares para tal. Kemel Zaidan, parceiro da Revista Espírito Livre, nos envia, com muito pesar, um texto sobre nosso amigo que partiu recentemente, André Gondim. Gondim era colaborador de diversas iniciativas populares de software livre, entre elas, a tradução do Ubuntu para o Português do Brasil. Se você hoje usa o Ubuntu em algum computador, muito provavelmente faz uso da tradução feita por Gondim. Ele também era colaborador da Revista Espírito Livre, tendo enviado materiais para publicação. Suas participações, bem como sua presença, com certeza deixarão saudade.

Recentemente, no II Encontro Nacional de Tecnologia da Informação, que aconteceu em Brasília/DF, recebemos o prêmio “Amigos do Software Público”. Foi um momento ímpar, pois percebemos que nosso trabalho realmente faz a diferença. E a publicação só faz essa diferença por que pessoas como você, leitor, nos acompanha, enviando seus depoimentos e materiais para que continuemos nosso trabalho.

Teremos ainda este mês o I Fórum da Revista Espírito Livre, que acontecerá em Vitória/ES e além de buscar recursos para a publicação, visa aproximar ainda mais leitores, colaboradores e redatores. Esperamos que seja um sucesso. Fica aí o convite.

E assim como em todas as nossas edições, continuamos a contar com você, leitor. Um abraço forte.

Vamos a leitura dessa edição, vou demorar um pouco para ler ela, pois tenho dezenas de artigos para ler, mas essa já tá no HD :)

 

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Instalando Emesene no Ubuntu

Dica rápida, gosta do Emesene como cliente padrão para acessar a rede WLM (MSN para os mais antigos)? Não gosta de usar a versão antiga do software? Não quer ter que ficar instalando manualmente toda hora o Emesene? Então essa dica é para você! Por apenas R$ 0,00 parcelando em até 12x sem juros.

Você pode ter sempre a versão mais recente do Emesene utilizando sistema de PPA, o mantenedor principal do projeto mantem um, sempre com a versão mais recente. Para instala-lo use os comandos abaixo:

sudo add-apt-repository ppa:emesene-team/emesene-stable
sudo apt-get update; sudo apt-get install emesene -y

Simples e pratico apenas dois comandos :) e de agora em diante terá sempre a versão mais recente do Emesene.

Minha opinião sobre o projeto é bom apesar de utilizar o Pidgin (não preciso das frescuras de MSN), o projeto vem evoluindo bastante, utilizei bastante a versão antiga do Emesene ela funcionava muito bem tinha uma interface bastante polida (muito melhor que a do aMSN, para falar a verdade qualquer interface é melhor que a do aMSN).

Então veio a versão 2.0 e bagunçou o coreto todo, ficou sem compatibilidade com os plugins, perdeu recursos, a mudança foi bastante drástica (mudou tudo!), mas depois de alguns meses o projeto deu saltos consideráveis, agora tem um bom suporte a plugins (melhor que o da versão antiga), minha única crítica é contra a Microsoft desde a sua ultima mudança nos protocolos do MSN nenhum cliente de MSN consegue mais utilizar webcam. Isso é algo bastante chato, mas nem ligo muito raramente uso Webcam e quando utilizo costumo mais utilizar com o Skype (esse dai e e outro software que vou descer a lenha em breve…).

Venho aos poucos migrando para o Gtalk, possui uma gama de clientes muito bons, um melhor que o outro, suporte a Webcam, é o melhor utiliza criptografia em suas conversas, evitando assim muitos bisbilhoteiros.

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Mplayer vs Mplayer2

Desde o inicio da semana e resolvi experimentar o MPlayer2, para quem não sabe o mplayer2 é um fork do Mplayer que foi criado a partir do MPlayer:

“O MPlayer deve ser o player favorito da maioria dos usuários de Linux, principalmente os mais antigos e experientes. Ele é um player multimídia em código-aberto e multi-plataforma (roda em mais plataformas que você pode imaginar, além de praticamente todos os sistemas Unixes compatíveis com o POSIX e o Windows, existem versões para os finados OS/2 e AmigaOS, e até sistemas operacionais obscuros como o Syllable e MorphOS; fora que ele compila em diversas arquiteturas incluindo o x86, MIPS, ARM e PowerPC). Ele é um player do tipo tudo-em-um, onde os codecs vem incluídos no binário e (geralmente) não é necessário baixar codecs separados para executar arquivos.

Porém, faz algum tempo que o projeto está parado no tempo. Apesar do desenvolvimento ser constante, novos recursos como o Ordered Chapters do contêiner Matroska (é um recurso que permite, resumidamente falando, linkar pedaços de vídeos em arquivos diferentes) não são implantados na árvore de desenvolvimento oficial. Dá a impressão que o MPlayer virou apenas uma demonstração das capacidades do seu projeto pai, o FFmpeg.

E não é por falta de vontade: um dos desenvolvedores do MPlayer, o Uoti Upala mantém um fork do projeto a anos com muitas correções e novidades. A ideia era que uma hora essas contribuições voltassem ao projeto principal, mas isso de fato nunca ocorreu. Então nesses últimos meses os desenvolvedores do fork resolveram se separar de vez da árvore principal e agora eles apresentam o MPlayer2….”. Disponível em: http://br-linux.org/2011/lancado-mplayer2-2-0/ acessado em: 12/11/2011

O Mplayer2 possui algumas vantagens como um melhor suporte a mkv (matroska codec), melhor suporte a biblioteca VDPAU (uma biblioteca que utiliza as VGAs para acelerar a codificação e decodificação dos vídeos), por ver mais as diferenças aqui.

Acompanhei algumas discussões sobre o Mplayer2, mas enfim não adianta fica apenas lendo fóruns sobre o assunto, temos que botar a mão na massa é tirarmos nossas próprias conclusões sobre o projeto.

A principio a instalação é muito fácil para usamos o Mplayer2 precisamos remover o mplayer. Em sistemas Debian-like com um apt-get remove –purge mplayer e depois um apt-get install mplayer2. Aqui estou utilizando o Ubuntu+XFCE já tem o Mplayer2 nos repositórios. Se sua distribuição não tive-lo nos repositórios pode fazer a instalação baixando seu código-fonte(aqui e aqui) ou pegar a versão já compilada para x86 (32bits) ou x86_64 (64bits).

Após instalar basta executar sua GUI predileta do Mplayer (no meu caso uso o Gnome-Mplayer ou gmplayer como alguns chamam), cliquem na opção editar>preferências acessem a aba Mplayer e na opção Executável do Mplayer selecionem o executável do Mplayer2. Até o momento todas as antigas GUIs do Mplayer estão funcionando sem problemas com o Mplayer2, acredito que seja por que o Mplayer2 utilize as mesmas opções do Mplayer.

Minha opinião no momento, não vi nenhuma diferença gritante entre os dois, meus vídeos em RMVB estão rodando tranquilo, até a hora que resolvi executar arquivos grandes como filmes em 1080p, ai o Mplayer2 mostrou a sua força, a execução desses foi muito mais tranquila, não que o Mplayer oferece-se um suporte ruim para arquivos grandes, mas o Mplayer2 executou mais rápido e exigindo menos recursos do sistema ou seja processamento foi significantemente menor.

Ainda não pude fazer mais testes, entretanto acredito que somente com a experiência de uso terei os melhores resultados, para definir qual dos projetos melhor me atenderá.

É você já testou qual sua opinião sobre ele:

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Referências

No corpo do texto.

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[Linux] Limpando cache da memória RAM

Dica rápida, as vezes quando deixamos o PC ligado por um longo período de tempo e precisa dar uma geral na memória. Basta executar:

# echo 3 > /proc/sys/vm/drop_caches

Pronto cache zerada. Pode voltar ao iniciar o cache de novo.

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