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Iniciativa pública vs Iniciativa privada

Iniciativa pública vs Iniciativa privada

Hoje estava navegando feliz pelos feeds, uma tarefa diária já que acompanho diariamente dezenas de sites (mas isso é assunto para outro post…), vili uma notícia que me deixou de cabelo em pé, segue abaixo a notícia.

Assespro Nacional encaminha ofício ao Ministério da Integração em repúdio ao concurso público para cargos técnicos em TI

A Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de TI) encaminhou ofício ao Ministério da Integração Nacional (MI), no qual pede a eliminação do edital que abre concurso público para os cargos técnicos em TI.
No documento endereçado ao ministro Fernando Bezerra Coelho, a entidade repudia a criação dessas vagas, o que coloca em risco o saudável ambiente de competição das empresas brasileiras do segmento, deixando ainda mais escassa a mão-de-obra especializada no setor, mão-de-obra essa que foi capacitada pelo setor privado.

O presidente da Assespro Nacional, Luís Mário Luchetta, acredita que o papel do governo seria auxiliar no processo de capacitação profissional, e não criar a possibilidade de vazão de conhecimento especializado. “Segundo dados de uma pesquisa da Softex, em 2013 o déficit mão-de-obra em TI poderá chegar a 140 mil. E, ao contratar mais profissionais, como está sendo proposto neste concurso, o governo contribui para acentuar ainda mais a falta de especialistas no setor privado”, afirma.

No ofício, o executivo ainda coloca a entidade à disposição para auxiliar o governo a preencher a necessidade de serviços especializados em TI. “Colocamos-nos ao dispor para aproximar o Ministério da Integração Nacional com o setor privado nacional de tecnologia da informação, com o intuito de promover o entendimento das necessidades e ofertar as tecnologias desenvolvidas e dos serviços prestados pelas empresas brasileiras”, completa Luchetta.


Fonte

Resumo da ópera: Olha governo não abre concurso não, a área privada não que pagar melhor do que você, então se tu abrir a gente vai ficar sem ter gente para trabalhar pelo preço de banana.

A primeira coisa veio em minha mente foi se o governo esta necessitando de mão de obra especializada e quer contratá-la (diga-se de passagem os concursos públicos foram feitos justamente para isso). Se o estado tem a necessidade de mão de obra ele tem mais e que contratar mesmo, fazer os concursos e suprir a carência em T.I. No Brasil.

De toda notícia podemos isolar o cerne da questão na seguinte citação ou no segundo paragrafo:“O presidente da Assespro Nacional, Luís Mário Luchetta, acredita que o papel do governo seria auxiliar no processo de capacitação profissional, e não criar a possibilidade de vazão de conhecimento especializado. “Segundo dados de uma pesquisa da Softex, em 2013 o déficit mão de obra em TI poderá chegar a 140 mil. E, ao contratar mais profissionais, como está sendo proposto neste concurso, o governo contribui para acentuar ainda mais a falta de especialistas no setor privado”, afirma.”

Discordo totalmente da visão de Luís Mário Luchetta, abomino essa linha de pensamento, “ah o governo tem que da capacitação para as pessoas”, “o governo não da oportunidade”, “o governo não investe em capacitação de alto nível”, por que diabos uma pessoa tem que esperar pelo governo para ela poder crescer na vida ou ficar mais capacitada profissionalmente? Sinceramente o bom profissional não espera por governo, professor ou por curso. Ele vai atrás de seu objetivo, ele estuda sozinho, leva surra de livros, que realmente que de verdade ser um profissional capacitado vai lutar por isso, vai estudar, batalhar e não ficar esperando ajuda do governo (diga-se de passagem quando ajuda tem sempre objetivos eleitoreiros).

O bom profissional está sempre presente em palestras sobre seu campo de conhecimento ou mercado, está lendo livros técnicos, programando, criando seus diagramas UML, elaborando seus algoritmos ou investindo em sua pesquisa. Não esperando pelo conhecimento cair do céu ou dormir e acordar sabendo tudo.

O deficit de mão de obra em T.I. E causado pelas próprias empresas que exigem conhecimentos absurdos dos candidatos, por exemplo a algum tempo vi uma vaga de estágio para programador Júnior na plataforma Java (não me recordo se era para J2SE ou J2EE), mas me recordo claramente que exigia conhecimento em vários Frameworks além de 2 anos de experiência? Como assim 2 anos de experiência para um estágio? Que maluquice é essa? Vejo empresas aos montes contratando estagiários em T.I. Exigindo conhecimento e experiência que são exigidas de um profissional Júnior e pagando o salário de um estagiário!

Temos requisitos absurdos sendo exigidos dos candidatos para oferecer a eles remuneração e benefícios que beiram ao ridículo! Se a iniciativa exige tanto dos candidatos para pagar tão mal, então temos um êxodo da iniciativa privada para pública, se vocês não oferecem melhores condições para os futuros empregados, o estado vai oferecer! Vai exigir tanto quanto vocês e pagar salários e benefícios várias vezes melhores.

Em outros países no mundo a fora temos a iniciativa privada pagando salários absurdamente elevados, enquanto quem recorre ao setor público busca segurança social e uma vida profissional “menos” disputada. Aqui no Brasil temos uma situação oposta! São muito poucas as empresas que remuneram bem seus empregados, as que remunera bem tem os melhores profissionais.

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Minha visão sobre a cloud computing

Foi publicado recentemente no site Viva o Linux (também conhecido como VOL), um paper que fala sobre a Computação nas nuvens, o artigo expõem de forma admirável o assunto aborda desde a origem, uma visão panorâmica e disserta muito bem sobre o tema; recomendo a todos que não tenham um conhecimento do assunto ou para quem precisa ter um ponto de partida para o assunto.

O artigo pode ser lido neste link, tomei liberdade de efetuar o upload do artigo neste link.

o artigo apresentou uma visão que havia tido quando vi o tema nas aulas de introdução a sistemas de informações na faculdade, quando vi sobre o tema cloud computing, já sabia um pouco do assunto pois havia assistido a uma reportagem no jornal da Globo.

A reportagem ficou muito boa. Ela foi a minha primeira fonte de informação sobre a cloud computing (computação em nuvem). Quando vi sobre o assunto na faculdade a primeira ideia que veio em meu pensamento foi: Computação nas nuvens e apenas uma propaganda, um nome mais elegante para algo que já acontecia desde os primórdios da computação com os mainframes. Vários computadores acessando informações que eram processadas nesses dinossauros, e exatamente isso a computação nas nuvens.

Atualmente vivemos em um mundo hibrido, temos tanta informação na internet, nas redes sociais como Facebook, Flickr, Twitpic, Instangr.am, Picassa temos nossas fotos. No Youtube nosso vídeos, hoje em dia poucas pessoas ainda tem clipes, vídeos no computador, podemos ver filmes utilizando o Netflix (que diga-se de passagem é um serviço excelente), nossos e-mails não ficam mais em nossos computadores (a menos que você use um imap no seu cliente de e-mails) ficam em serviços como o Gmail, Yahoo, Hotmail (eu não respeito pessoas da T.I. que utilizam Hotmail como e-mail principal). Então podemos concluir que vivemos em um ambiente hibrido.

Não são só as informações que estão longe de nosso computadores mas softwares estão entrando nesta onda, temos um Microsoft Office que roda na nuvem, tem também o google docs, já temos de IDE até um site que disponibiliza o nmap online, tem o DNSstuff que disponibiliza diversas ferramentas de rede.

Essas ferramentas online não são tão boas ou eficientes quando as que temos instaladas em nosso computadores, mas são um inicio, com o surgimento e evolução de tecnologias voltadas para web como o html5 e uma questão de tempo até temos ferramentas online tão boas quanto as locais.

O maior problema da computação em nuvem é a questão relativa aos dados, aonde esses dados ficaram armazenados. Ainda não entendeu? Por exemplo o que acontece seus o datacenter onde seus dados estão armazenados ficar nos EUA, o governo americano teria jurisdição para acessa-los ou seja temos praticamente o fim da privacidade dos seus dados.

A grande vantagem da computação nas nuvens e questão do custo, empresas utilizando ele teria uma drástica redução nos custos afinal de contas ela não precisaria mais se preocupar em ter um CPD no prédio, esse CPD estaria localizado em outro lugar remoto e teoricamente seus dados estaria seguros.

Minha opinião, a computação nas nuvens e uma faca de dois gumes, e perigosa pois você perde o controle que tinha sobre suas informações mas e boa pois lhe proporciona economia, a implantação dentro do ambiente de sua empresa e um caso a ser estudado de forma meticulosa e cada caso e um caso, e preciso analisa e arquitetar uma estrategia para o uso deste paradigma.

O tema e bastante denso e extenso, irei em futuros artigos modelos de negócios sobre cloud computing.

Leituras sobre o assunto

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O faxineiro da Microsoft

Um homem, que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser faxineiro.

O gerente de RH o entrevista, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz:
- O serviço é seu, me dê o seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha pra preencher, com a data e hora em que deverá se apresentar para o serviço.
O homem, desesperado, responde que não tem computador e, muito menos, e-mail.

O gerente de RH diz que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai, sem saber o que fazer, tem somente 10 reais no bolso.
Então, decide ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates.

Bate de porta em porta, vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, consegue duplicar o capital.

Repete a operação por mais três vezes e volta para casa com 60 reais.
Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta cada vez mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro, a cada dia.

Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.

Passados cinco anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Undis. Depois de algum tempo, decide fazer um seguro de vida.

Chama um corretor, acerta um plano e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta.
O homem diz que não tem e-mail.

Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!

O homem pensa e responde:
- Seria faxineiro da Microsoft!

Moral da história 1: A Internet não soluciona sua vida.

Moral da história 2: Se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure ter um e-mail.

Moral da história 3: Se você não tem e-mail e trabalha muito, pode ser milionário.

Moral da história 4: Se você recebeu isto por e-mail, você esta mais perto de ser faxineiro do que de ser milionário.

Fonte: Rede Gestão

Revista espírito livre nº30: Certificações

Revista espirito livre nº 30

 

Capa da revista espírito livre nº 30

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Certificação na área de TI é um tema que divide opiniões. Muitos pensam que sem ela, o profissional não é especialista em algo que ele diz ser. Outros pensam que sem ela, o indivíduo nem profissional é. Existem ainda aqueles que pensam exatamente o oposto: que a certificação é algo que agrega valor ao profissional, e não o transforma em um. Neste cenário, a certificação acrescentaria ao profissional, conhecimento que ele, de alguma forma, já tem. Seria um item agregador, certificador, e não criador de conhecimento. Seja como for, a certificação é, e até onde consigo enxergar, será, motivo de divisão de opiniões, por se tratar de algo que é mantido, pelo menos em tese, pelo mercado, por empresas e/ou instituições. Isto faz com que muitos simplesmente torçam o nariz quando tem que pensar em buscar um documento que ateste a sua competência em algo. Muitos preferem o campo acadêmico, buscando o bacharelado, especializações, mestrado e doutorado. Entendo que cada uma das duas opções, a certificação ou uma especialização/MBA, são uma escolha do usuário, e também do mercado. Vai depender basicamente do que o indivídio deseja alcançar.

Para ilustrar este cenário de certificações, conversamos com diversos entendidos no assunto. William Telles é um grande colaborador da revista e nesta ocasião, está em uma entrevista comentando sobre a certificação CDFI, criada por sua empresa, e reconhecida internacionalmente. A CDFI é uma certificação destinada a peritos forenses e outros profissionais que desejam trabalhar nesta área, que inclusive, está em grande ascensão devido aos diversos crimes que recentemente são relatados. Além disso, outros artigos deixam claro que existem certificações para todos os gostos: ambientes de segurança, perícia forense, banco de dados, servidores, sistemas operacionais, etc. E em meio a tantas certificações, talvez a LPI seja uma das, senão a mais procurada entre profissionais que estão envolvidos com software livre e/ou código aberto. Reconhecida internacionalmente, ela tende a ser neutra quanto a distribuições GNU/Linux, o que pelo menos em tese, mostra que não é destinada a um produto único e específico. A edição também conta com participação internacional: o chileno Anibal Eduardo Campos Veloz apresenta soluções para pesquisa, no campo acadêmico.

Fabrício Araújo finaliza sua série de artigos sobre LTSP enquanto Aprígio Simões nos apresenta um panorama bastante amplo sobre o Samba no Ubuntu. Gustavo Freitas fala do Google+, a nova aposta da gigante Google no que se refere a redes sociais. Fabrício Basto fala sobre um tema recorrente no que se refere a empresas: a governança de TI.

Muitos outros colaboradores participaram ativamente em suas áreas de atuação. A todos estes, o nosso muito obrigado.

Assim como nas edições anterores, a edição de setembro tem sua coluna regular sobre LibreOffice, com o apoio de Eliane Domingos e outros membros da Comunidade LibreOffice. Vale lembrar que no próximo dia 17, a Revista Espírito Livre será tema de uma palestra no SINDPD-RJ, ministrada também por Eliane Domingos. Quem quiser e puder participar, não perca.

Acreditamos que o conhecimento pode e deve ser construído colaborativamente, e é por isso que continuamos a convidar leitores e demais interessados a contribuir com a publicação, escrevendo, traduzindo, doando, enviando notícias, patrocinando, enfim, da forma que achar necessário. Contamos com você, leitor.

Um abraço forte a todos.

Ainda não pude consumir este material, mas já está na minha lista de próximas leituras, esses dias estou sobrecarregado de novas leituras, mas ela já ganhou algumas posições ainda mais pois seu tema e bastante interessante, certificações, um assunto de grande importância para todas as pessoas da T.I.

Pegando o gancho com o tema da revista, encontrei esses dias um vídeo muito interessante que mostra em números o mercado de T.I. (apesar de ser mais um vídeo promocional) suas informações são impressionantes.

Nos comentários digam o que acharam dessa edição da espírito livre e do vídeo sobre o mercado de T.I.

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[Mercado] As melhores empresas de T.I. no Brasil

Novamente a ComputerWorld (acho que pelo sexto ano consecutivo) divulgou uma pesquisa sobre as melhores empresas de T.I. (Tecnologia da Informação) para trabalhar. No rank geral o Google continuou em primeiro lugar, seguido pelo Radix, Acesso Digital, SAS e Microsoft.

Podemo acompanhar os ranks específicos nos links abaixo:

As que mais contrataram

Com maior escolaridade

Com mais jovens

Com mais mulheres

Comunicação

Melhores entre as grandes

Melhores entre as pequenas

Qualidade de vida

Treinamento

O rank geral pode ser visto no link abaixo:

Ranking completo com as 95 empresas

Leitura recomendada:

Quem tem maiores chances de ingressar nas melhores empresas para trabalhar?

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